| 1 x de R$140,00 sem juros | Total R$140,00 |
| 2 x de R$70,00 sem juros | Total R$140,00 | |
| 3 x de R$46,67 sem juros | Total R$140,00 | |
| 4 x de R$41,61 | Total R$166,43 | |
| 5 x de R$33,54 | Total R$167,72 | |
| 6 x de R$28,08 | Total R$168,48 | |
| 7 x de R$24,17 | Total R$169,19 | |
| 8 x de R$21,21 | Total R$169,71 | |
| 9 x de R$18,91 | Total R$170,23 | |
| 10 x de R$17,11 | Total R$171,14 | |
| 11 x de R$15,64 | Total R$172,05 | |
| 12 x de R$14,40 | Total R$172,82 |
| 1 x de R$140,00 sem juros | Total R$140,00 | |
| 2 x de R$70,00 sem juros | Total R$140,00 | |
| 3 x de R$46,67 sem juros | Total R$140,00 | |
| 4 x de R$39,19 | Total R$156,74 | |
| 5 x de R$32,19 | Total R$160,93 | |
| 6 x de R$27,52 | Total R$165,12 | |
| 7 x de R$24,19 | Total R$169,30 | |
| 8 x de R$21,69 | Total R$173,49 | |
| 9 x de R$19,74 | Total R$177,67 | |
| 10 x de R$18,19 | Total R$181,86 | |
| 11 x de R$16,91 | Total R$186,05 | |
| 12 x de R$15,85 | Total R$190,23 |
| 1 x de R$140,00 sem juros | Total R$140,00 | |
| 2 x de R$70,00 sem juros | Total R$140,00 | |
| 3 x de R$46,67 sem juros | Total R$140,00 | |
| 4 x de R$38,98 | Total R$155,90 | |
| 5 x de R$32,01 | Total R$160,03 | |
| 6 x de R$26,68 | Total R$160,05 | |
| 7 x de R$23,34 | Total R$163,41 | |
| 8 x de R$20,43 | Total R$163,42 | |
| 9 x de R$18,62 | Total R$167,57 | |
| 10 x de R$16,89 | Total R$168,91 | |
| 11 x de R$15,36 | Total R$168,92 | |
| 12 x de R$14,25 | Total R$170,95 |
Quem imaginaria que um dos maiores nomes da filosofia política do século XX nos legaria também poemas? Originalmente não destinados à publicação, temos nesta antologia 71 poemas escritos ao longo da vida de Hannah Arendt. Tendo por base a edição alemã estabelecida apenas em 2015 – uma publicação póstuma e recente, como se vê –, os poemas reunidos aqui atuam também como sinalizadores da biografia da filósofa, marcando suas alegrias, amores, amizades, perdas e reminiscências. Segundo Patricia Lavelle, em seu texto de orelha: “Escritos entre 1924 e 1961, com uma longa interrupção entre 1933 e 1942, o lugar destes poemas líricos é a vida interior de Hannah, seus amores e amizades. Mas embora não fosse uma ‘profissional’, para usar a expressão irônica da poeta Ana Cristina César, a jovem precoce de Königsberg, que aos quatorze anos já lia Kant, Kierkegaard e os românticos alemães, também não era poeticamente ingênua. A escrita poética prolonga a correspondência de Hannah Arendt, em endereçamentos a interlocutores que também foram intelectuais importantes. Um primeiro ciclo de poemas, que vai de 1924 à 1927, está relacionado à paixão de juventude que ela viveu com Martin Heidegger, então um carismático professor casado, mas ainda não comprometido com o nazismo. Mais tarde, compartilhou o gosto pela poesia com seu colega de estudos Gunter Anders, com quem se casou. No exílio, dedicou versos ao grande amor de sua vida, o também filósofo Henrich Blütcher, seu segundo marido. Entre seus poemas, encontramos também homenagens a amigos como Walter Benjamin, que Arendt dizia pensar poeticamente, o escritor Hermann Broch ou ainda o sionista Blumenfeld, líder do movimento de resistência ao nazismo no qual ela atuou. Versos surgem ainda no seu ‘diário de pensamento’, em releituras de Goethe ou Platão, entre outras referências.”
